Quero…

Quero…
Quero voar…
Quero voar mais alto…
Ter as minhas próprias asas…
A minha própria liberdade…
Quero ser livre…
Quero ser eu…
Quero ser eu mesma…
Sozinha dentro de mim
Dos meus pensamentos
Deixa-me…
Deixa-me sonhar…
Deixa-me sonhar mais e mais…
Deixa-me ser eu própria
Deixa-me ser eu…
Deixa-me só…

Quando eu era Pequenina…


Quando eu era Pequenina
Tudo parecia mais fácil,
Mais divertido,
Mais simples..
Parecia que a felicidade vinha depois.
Com o tempo fui crescendo
E fui percebendo
Que quando somos mais pequenos
Tudo é simples e fácil de alcançar
A melhor felicidade é enquanto criança.

Quando eu era Pequenina
Tudo me dava atenção
Sempre à minha volta
Para saber como estava.
Quando eu era Pequenina…

Agora olho para trás e digo
“Quem me dera voltar…”
“Quem me dera recuar no tempo e ali parar
Voltar a ser “Pequenina”
E ser feliz com as minhas brincadeiras…”

Agora olho para trás
E fica a lembrança
Fico pelos pensamentos
De Quando eu era Pequenina…

Solidão mais que forte

Posso estar sozinha, triste ou até mesmo a chorar
Posso não me sentir bem, estar isolada no meu canto e ser antipática
Mas nunca me deitas a baixo tal como queres…
Pois num minuto posso estar mal
Sozinha sem companhia
Mas logo tenho quem me apoie,
Amigos que me ajudam e me dão o devido valor,
O valor que realmente tenho e partilho com os melhores
Mas no minuto seguinte levanto a cabeça
Sempre mais forte do que nunca
Sempre com mais vontade de lutar por mim própria
Pelos meus desejos, pelos meus sonhos….
I tu??
Tu não és nada neste mundo
Vais-te tornando cada vez mais pequena
Sem valor, só defeitos,
E cometes os mesmos erros que eu cometi quando estava cega
Quando não via o que queria, o que fazia, o que era realmente certo
Tu agora não és nada, e eu sou tudo
Amigos?? Podem até ser poucos e não estar por perto…
Mas são amigos verdadeiros…
Amigos que me apoiam em tudo que digo e que faço
Que me abrem os olhos quando erro
Que me dão concelhos e me põem mais forte quando tentas deitar-me a baixo
Coitada. Tenho pena. Sim pena, de ti…
Deixaste de ter tudo para não ter nada.
Agora és o fraco e eu sou o forte
Tu és o nada e eu sou o tudo
Não consegues “matar-me”
Mas sim, consegues “matar-te” a ti própria.